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lesmo — Blog

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por lesmo · Miembro desde
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De Salvador González García, mi padre, al Sacromonte
De Salvador González García, mi padre, al Sacromonte ¡Ay! Sacromonte gitano, vecino del Albaicín, no sé cuál será tu fin. Pues por mucho que me afano no consigo descubrir quién pueda darte su mano. En noches de primavera, desde la Alhambra dormida,…
António Machado em português. Eu vou sonhando caminhos
Eu vou sonhando caminhos Estes caminhos sonheiros das tardinhas. As douradas colinas, verdes pinheiros, azinheiras empoeiradas!... Para onde o caminho irá? Eu, cantando e caminhante na trilhada vou adiante... -A tardinha caindo está!- “No meu…
António Machado em português. Ontem à noite dormia
Ontem à noite dormia Ontem à noite dormia, sonhei, bendita ilusão!, que uma fontana fluía dentro do meu coração. Diga, em que vala escondida, água, tu vens até mim, manancial de nova vida, onde a beber nunca vim? Ontem à noite dormia, sonhei,…
António Machado em português. Lembranças da infância
Lembranças da infância Uma tarde escura e fria do inverno. Os colegiais estudam. Monotonia da chuva pelos cristais. Lá num cartaz de papel retratados são Caim fugitivo, morto Abel numa mancha cor carmim. Com voz de sino alto e oco, velho, o mestre é…
Salvador Rueda em português. A cigarra
A cigarra Cante cigarra sua estrofe quente, a mosca dance o ritmo do seu canto, se enrosca sob sarçal uma serpente e as videiras estendem verde manto. As heras vão subtis em ascendente tal qual cortina esplêndida, entretanto que lembra a fonte rude…
Salvador Rueda em português. A melancia
A melancia Tal qual se abrisse de repente o dia emitindo uma intensa lumeirada que pelo aço afiado foi rasgada mostrou vermelha a carne a melancia. Carmim incandescente parecia a longa e deslumbrante navalhada como boca de fogo, e liberada, fresca e…
Eusebio Blasco em português. Explicando uma tarde Anantomia
Explicando uma tarde Anatomia Explicando uma tarde Anatomia um sábio professor do coração dava aos seus alunos perfeita descrição. Atordoado à causa das tristezas a cátedra deixou; com risco de ser tido como louco com alterada voz: Dizem, senhores,…
Rosalía de Castro em português. Os sinos
Os sinos Eu as amo, eu as ouço, como o murmúrio do vento, tal qual ouço o som da fonte, e o balido do cordeiro. Como os passarinhos, eles, quando aparece nos céus do amanhecer um só raio, cumprimentam com seus ecos. E com prolongadas notas espalham…
Juan Ramón Jiménez em português. Outubro
Outubro Deitado estava eu na terra em frente dos infinitos campos de Castela, naquele outono envolto na amarela doçura de seu claro sol poente. O arado em paralelo, lentamente, deixava no terreno a sua estela e as honestas mãos colocavam nela,…
José Somoza em português. Soneto à Lua
Soneto à Lua A Lua enquanto dormes te acompanha, te ilumina o cabelo se está à frente, e depois do semblante, lentamente, ao seio vai e suas cumbres banha. Eu, Lesbia, no umbral de sua entranha não durmo, choro e rogo inutilmente, e o curso dessa…
Gabriela Mistral em português. Apegado a mim...
Apegado a mim Cotão do meu mesmo seio que nas entranhas teci, cotãozinho friorento, vem, dorme apegado a mim! A perdiz dorme no trevo, vai sua batida a ouvir. Não se perturbe do alento, vem, dorme apegado a mim! Tremente erva esverdeada, se do…
Gabriela Mistral em português. Balanço
Balanço O mar, suas milhares ondas balança divino. Ouvindo amorosos os mares, balanço meu filho. Errantes os ventos na noite balançam aos trigos. Eu ouço amorosos os ventos, balanço meu filho. Deus pai, aos seus milhares mundos balança sem ruído.…
Florbela Espanca en español. Fanatismo
Fanatismo Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida Meus olhos andam cegos de te ver ! Não és sequer a razão do meu viver, Pois que tu és já toda a minha vida ! Não vejo nada assim enlouquecida ... Passo no mundo, meu Amor, a ler No misterioso livro do…
Gerardo Diego em português. Romance do Douro
Romance do Douro Rio Douro, rio Douro ninguém pra te acompanhar baixa: ninguém se detém pra ouvir tua eterna estrofe de água. Indiferente ou covarde volta a cidade a mirada. Não quer ver no teu espelho sua muralha desdentada. Tu, velho Douro, sorris…
A un ciprés, dos sonetos
Oh grande entre los grandes Oh grande entre los grandes de la altura que asciendes como el ave en dulce vuelo huyendo del jardín y la clausura que guarda tu enraizado y noble anhelo. Oh guardia verdinegro, tu armadura se confunde en el césped que en…
La tarde cae en tu cuerpo y otro poema
La larde cae en tu cuerpo La tarde de mis sueños va llegando sobre las cordilleras de tu cuerpo, en tanto que mis ojos solo siguen las luces del ocaso en tu cintura. No fui de las pasiones más esclavo que esclavo siempre fui de tu presencia, aquella…
Amanecer (Sextina)
Amanecer Se fueron ya los sueños con la aurora al mundo de lo onírico intangible y resuenan bellísimas estrofas, un poema de luz es cuando crece el día que se cuaja de contornos y de claros colores en el Este. Las luces se levantan en el Este y…
Intimidad
Intimidad Solos mi Niño estamos, Tú dormido en el pobre pesebre; al Nacimiento no lo toca ni un pálpito de viento en esta intimidad sin ningún ruido. Me acerco y me arrodillo, Dios nacido; y cómo mira Madre, de contento estalla el San José sin…
Nuna te he visto
Nunca te he visto Nunca te he visto, Dios mío en esta vida, pero el amor que le tengo a mi esposa de Ti me habla.…
Pueblo deseante
Pueblo deseante Mi patria son tus ojos donde quiero estar preso detrás de tus pestañas, donde está tu retina, junto al eco callado de la imagen, y el eco de las cosas sagradas que miraste en la vida. Mi patria, tus suspiros que renuevan alientos,…
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