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Na verdade, não sei, quem na verdade sou

Maria Santos Alves

Poeta recién llegado
Não sei se sou quem na verdade pareço ser!
Sou tantas vezes lágrima em sorrisos perdidos

Que afoguei a minha própria tristeza no peito.

Sou um trapézio de cordas bambas mas seguras,

Sou um rio que a chuva enche de lamentações.

Sei quem sou aos olhos da chuva que me encharca

Mas na verdade, não sei, quem na verdade sou.

Por vezes, sinto-me assim, a modos que perdida

Apetece-me chorar! Mas já não sei como se faz!

A vida tratou de me roubar as lágrimas salgadas,
Marcou-me um destino de brisa-Primavera,
Sou tantas e tantas vezes um porto seguro

Que esqueci o sentir de me deixar ancorar,

Se sou brisa e vivo por entre a multidão

Porque me sinto hoje este ser inconstante?

Porque me perdi na retórica do ser e não ser?

Porque não me dizes tu, oh vento, o ser que sou,
Indica-me um caminho, recorta-me nas nuvens
Diz-me vento por entre as nuvens o ser que sou!

Maria dos Santos Alves
 
Última edición:
Inspirado poema, te recomiendo que lo pongas en los dos idiomas, el que no entienda, no sabrá lo que se pierde.
Un placer, saludos.
 

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