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A esse menino que se levaram para a guerra

Ulpiano

Obrero de la Poesía
.
A esse menino que se levaram para a guerra

Enquanto cantavas
"Mambrú foi para a guerra"
levaram-te para a guerra
contra toda dor e toda pena.

Quando perguntavas por que
motivo faltava uma perna
ao Soldadinho do Chumbo,
e se ele podia cabalgar
no Cavalo das Sete Cores,
a tua infância de filhote expósito
a levaram para a guerra.

Foi quando imaginavas
que o Mago de Oz
te presentearia a mansão
onde estava teu diário perdido
e o fim do teu caminho transumável;
e acreditaste que habitarias
na terra de Peter Pan:
o País da Nunca Jamais.

E foram os teus brinquedos
armas e artefactos hostis
até quando descobriste
que não estavas brincando de guerra.
E como Mambrú, eles mataram
a candura de tuas fantasias
e teu universo de ilusões
no abominável mundo da guerra.

E não permitiram
que tua Fada Madrinha lhe emprestasse
uma de tuas extremidades andariegas
ao soldadinho de Chumbo,
"mutilado pelas minas antipessoais"

Adeus, pequeno Mambrú nosso,
nova vítima do absurdo.
Adeus herói ignorado
na cova comum do esquecimento.

Que tua alma beatifica
envie o sossego da paz
aos senhores da guerra.


.
 
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A esse menino que se levaram para a guerra

Enquanto cantavas
"Mambrú foi para a guerra"
levaram-te para a guerra
contra toda dor e toda pena.

Quando perguntavas por que
motivo faltava uma perna
ao Soldadinho do Chumbo,
e se ele podia cabalgar
no Cavalo das Sete Cores,
a tua infância de filhote expósito
a levaram para a guerra.

Foi quando imaginavas
que o Mago de Oz
te presentearia a mansão
onde estava teu diário perdido
e o fim do teu caminho transumável;
e acreditaste que habitarias
na terra de Peter Pan:
o País da Nunca Jamais.

E foram os teus brinquedos
armas e artefactos hostis
até quando descobriste
que não estavas brincando de guerra.
E como Mambrú, eles mataram
a candura de tuas fantasias
e teu universo de ilusões
no abominável mundo da guerra.

E não permitiram
que tua Fada Madrinha lhe emprestasse
uma de tuas extremidades andariegas
ao soldadinho de Chumbo,
"mutilado pelas minas antipessoais"

Adeus, pequeno Mambrú nosso,
nova vítima do absurdo.
Adeus herói ignorado
na cova comum do esquecimento.

Que tua alma beatifica
envie o sossego da paz
aos senhores da guerra.


.
Meu querido amigo Ramiro:

Eu quero ter a sua grande amável permissão para lhe acompanhar com um pequeno poema também con suas palavras. Um grande poema per certo.

Você bem sabe da nossa grande guerra,
foi uma guerra entre irmãos e irmãos,
entre pais e irmão, entre irmãs e irmãos,
de um povo en contra se mesmo.
Foi simplesmente a nossa guerra incivil.

Muito obrigado pela sua amizade
Grande abraço com os meus cumprimentos.
Salvador.
 
Meu querido amigo Ramiro:

Eu quero ter a sua grande amável permissão para lhe acompanhar com um pequeno poema também con suas palavras. Um grande poema per certo.

Você bem sabe da nossa grande guerra,
foi uma guerra entre irmãos e irmãos,
entre pais e irmão, entre irmãs e irmãos,
de um povo en contra se mesmo.
Foi simplesmente a nossa guerra incivil.

Muito obrigado pela sua amizade
Grande abraço com os meus cumprimentos.
Salvador.

Obrigado, caro amigo Salvador, pelo seu comentário generoso, que por ter vindo de você, me enche de incentivo para continuar neste difícil caminho da poesia em uma bela língua como o português. Obrigado por sua inestimável amizade e generosidade.

Sim, eu li muito sobre a guerra civil espanhola, tanto em prosa quanto em verso. Você fez, com seu poema, uma síntese admirável de sua guerra civil. Meus parabéns pela sua inspiração inesgotável.

Outro grande e fraterno abraço,

Ramiro
 
lo traducire entonces ,,, gracias

No te preocupes, lo traduciré para ti y para todos los que no hablen portugués:

TRADUCCIÓN

A ese niño que se llevaron para la guerra

Mientras cantabas
"Mambrú se fue a la guerra"
te llevaron para la guerra
contra todo dolor y toda pena.

Cuando preguntabas por qué
al Soldadito de Plomo
le faltaba una pierna
y si podría cabalgar
en el Caballito de los Siete Colores,
a tu infancia de cachorro expósito
se la llevaron para la guerra.

Fue cuando imaginabas
que el Mago de Oz
te regalaría la mansión
en donde estaba tu bitácora perdida
y el final de tu recorrer trashumante;
y creíste que habitarías
en el país de Peter Pan:
el País de Nunca Jamás.

Y fueron tus juguetes
armas y pertrechos
y artefactos hostiles
hasta cuando descubriste
que no jugabas a la guerra.

Y como a Mambrú, mataron
el candor de tus fantasías
y tu macro-universo de ilusiones
en el abominable mundo de la guerra.
Y no permitieron
que tu Hada Madrina le prestara
una de tus extremidades andariegas
al Soldadito de Plomo,
"mutilado por las minas antipersonas."


Adiós, pequeño Mambrú nuestro,
nueva víctima de lo absurdo.
Adiós héroe ignorado
en la fosa común del olvido.
Que tu alma beatífica
envíe la placidez de la paz
a los amos de la guerra.

NOTA: "Mambrú se fue a la guerra" es un canto infantil con el cual han jugado y cantado durante muchas generaciones niños
latinoamericanos.

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A esse menino que se levaram para a guerra

Enquanto cantavas
"Mambrú foi para a guerra"
levaram-te para a guerra
contra toda dor e toda pena.

Quando perguntavas por que
motivo faltava uma perna
ao Soldadinho do Chumbo,
e se ele podia cabalgar
no Cavalo das Sete Cores,
a tua infância de filhote expósito
a levaram para a guerra.

Foi quando imaginavas
que o Mago de Oz
te presentearia a mansão
onde estava teu diário perdido
e o fim do teu caminho transumável;
e acreditaste que habitarias
na terra de Peter Pan:
o País da Nunca Jamais.

E foram os teus brinquedos
armas e artefactos hostis
até quando descobriste
que não estavas brincando de guerra.
E como Mambrú, eles mataram
a candura de tuas fantasias
e teu universo de ilusões
no abominável mundo da guerra.

E não permitiram
que tua Fada Madrinha lhe emprestasse
uma de tuas extremidades andariegas
ao soldadinho de Chumbo,
"mutilado pelas minas antipessoais"

Adeus, pequeno Mambrú nosso,
nova vítima do absurdo.
Adeus herói ignorado
na cova comum do esquecimento.

Que tua alma beatifica
envie o sossego da paz
aos senhores da guerra.


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Meus agradecimentos a todos os poetas leitores que comentaram e/ou leram meu poema.

Mis agradecimientos a todos los poetas lectores que comentaron y/o leyeron mi poema.

Cordialmente,

Ulpiano


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